Mundial 2014 deve ter 10 feriados

Chegou esse mes para apreciação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal o projeto da Lei Geral da Copa. O projeto coloca no papel as obrigações e garantias do governo federal à Federação Internacional de Futebol (Fifa) com relação à organização do Mundial de 2014. Entre questões que já eram esperadas que constassem no documento — como, por exemplo, as garantias de segurança e financeiras —, destaca-se a autorização ao governo federal, aos estados e aos municípios para declarar feriado no dia dos eventos.
Isso na pratica significa que as cidades que receberão jogos do Mundial poderão ter mais de 10 feriados no período de 32 dias da Copa. Se tomarmos como exemplo a Copa da Alemanha, em 2006, que teve 11 sedes — o Brasil terá 12 —, cada cidade receberá entre quatro e seis partidas. Como as apresentações da Seleção Brasileira também são motivo para se interromper as atividades no país, essa conta pode até passar de um terço do mês.
Entre os pontos do documento que podem render alguma polêmica está o capítulo que trata da venda de entradas. Nele, está escrito que o “preço dos ingressos será determinado pela Fifa”. Dessa forma, a entidade internacional poderia negar a negociação de meias entradas durante o Mundial, o que iria contra o Estatuto do Torcedor — no qual há uma norma que obriga qualquer organizador de evento esportivo no país a vender bilhetes pela metade do preço a estudantes.

De acordo com o projeto da Lei Geral da Copa, o Brasil é obrigado a conceder vistos de entrada no país a todos os funcionários da Fifa e das confederações de futebol do mundo, não havendo restrições de nacionalidade. Além disso, todos os jornalistas credenciados para o evento e torcedores que comprovem ter ingressos comprados também terão a entrada garantida. O governo só exige o direito de negar o visto a quem for considerado “nocivo à ordem pública ou aos interesses nacionais”.
Direitos comerciais A Lei Geral da Copa, se aprovada, garantirá à Fifa todos os direitos de comercialização da Copa do Mundo durante o evento. Especifica a forma de utilização de imagens dos jogos e das marcas oficiais do Mundial e assegura à entidade o controle total sobre tais produtos. Serão ilícitas, por exemplo, promoções que prometam ingressos como brindes. Além disso, a venda de produtos piratas associados ao evento, dentro e nos arredores dos estádios (comércio de rua), será punida com pena de três meses a um ano de prisão ou multa.
A União ainda se responsabiliza por todos os danos causados — “por ação ou omissão” — à Fifa e a seus representantes legais, empregados ou consultores. E reafirma compromissos já aclarados anteriormente, como a isenção de impostos à entidade. A proposta será votada na Câmara e Senado e, se aprovada, convertida em lei.
Tudo isso mais uma vez significa que a Copa do Mundo ñ é uma festa do povo,mais sim uma festa da politica dos nossos governates que busca atraves do esporte,enganar o povo com seu jeitinho brasileiro,e com tudo isso esconder os verdadeiros valores das reformas dos estadios e da inflaestrutura necessaria para cada cidade.
Viva  a politica brasileira mais uma vez.

Postagens mais visitadas