Saneamento Básico

Por muito tempo, a gestão de empresas de saneamento, consistiu numa tarefa bastante rudimentar. O diretor era encarregado pelo bom funcionamento da empresa e bastava obter o mínimo de conhecimento do assunto. Hoje, tal perspectiva está ultrapassada e o mercado e a necessidade, busca novos administradores na área de saneamento básico e que esteja comprometido com a realidade atual que busca um saneamento mais equilibrado ambientalmente (“gestão de empresas de saneamento”2002 Disponíveis em: www.amigosdanatureza.org.br/noticia, h: 14h40min).
As transformações que surgiram, ao longo dos anos e a preocupação com o meio ambiente, provocaram mudanças na concepção da gestão ambiental, do papel da empresa de saneamento na sociedade e do papel do gestor no processo de gerenciamento. Uma vez que As evoluções da humanidade aliadas ao desenvolvimento sócio-econômico provocaram mudança nos hábitos da maioria da população mundial, cujo consumismo vem provocando problemas relacionados à escassez de recursos naturais e rejeitos provenientes da atividade humana (MONTEIRO, 2001).
Para melhoria das condições do saneamento brasileiro, (2002 apud CARMO; TAVORA, 2003).
o governo federal através da Política Nacional de Saneamento estabeleceu os seguintes objetivos, Segundo Silva & Alves
·         Universalizar o atendimento, de forma a viabilizar a oferta essencial de serviços básicos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta e destinação final de resíduos sólidos;
·         Criar um ambiente de modernidade e de eficiência na prestação dos serviços;
·         Fomentar a participação dos diversos agentes envolvidos na gestão dos serviços;
Acredita-se que estes objetivos poderão criar novas expectativas, abrindo caminhos que possibilitem o aprofundamento do conhecimento da realidade regional no que se refere o saneamento básico e mostrando que deve ser, portanto, um direito de todos, conforme rege a Constituição brasileira de 1988.
Diante da problemática, é evidente a necessidade de se promover uma gestão adequada, a fim de prevenir ou reduzir os possíveis efeitos negativos sobre o meio ambiente e os riscos para a saúde humana. Levando em consideração esta necessidade, as medidas devem ser adotadas de modo a evitar o abandono ou a eliminação descontrolada dos resíduos.
            Fica cada vez mais evidente a necessidade de disposição e tratamento é reconhecida, mas, por falta de recursos, essas ações costumam ser postergadas, provocando problemas de saúde nas populações e degradação no meio ambiente e a pergunta que fica é cada vez mais absurda: onde entra o papel dos governantes e o papel da população?
            A natureza, o meio ambiente e o planeta em geral pede socorro urgente.


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